Enquanto as peças vão elegantemente se encaixando, a série apresenta o episódio mais sexo, mentiras e videotape da temporada. Com todos esses elementos, na medida certa.
Mostrando postagens com marcador RUBICON. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador RUBICON. Mostrar todas as postagens
26 de setembro de 2010
15 de setembro de 2010
Rubicon 1x08: Caught in the Suck
Quando amigos se mostram não tão amigos assim e aparentes inimigos se revelam possíveis aliados, como saber em quem confiar?
12 de setembro de 2010
5 de setembro de 2010
RUBICON 1x02: THE FIRST DAY OF SCHOOL
Com SPOILERS para quem não assistiu ao episódio
As primeiras boas impressões que o episódio piloto de Rubicon deixou, continuam válidas para o excelente segundo episódio. Apesar de mostrar um computador aqui e outro acolá, ainda é tímida a presença de tecnologia na série e espero que continue assim – quem precisa de uma terceira Chloe (Smallville, 24 Horas) com seus supercomputadores que descobrem tudo, num piscar de olhos? O Clima continua cinza e triste, o ritmo lento e introspectivo, inclusive na forma de desenvolver os personagens, porém, já dá para notar uma crescente, igual ao interesse que a série vem despertando no público. E claro, muito, muito mistério.
2 de setembro de 2010
Rubicon 1x06: Look to the Ant
Cada vez mais caustrofóbico o clima em Rubicon.
Primeiro parabéns a série. Chegar praticamente a metade da temporada permanecendo um mistério total e mesmo assim ainda conseguir prender a atenção do público, não é para qualquer um. Ainda na fase de mostrar as peças que em algum momento (espero) vão se conectar, os episódios até aqui são muitos parecidos. Mas não se engane, isso é mais um elogio do que uma crítica negativa. O equilíbrio na série é tão grande que a qualidade constante da produção pode ser observada em qualquer um dos episódios.Trocando em miúdos: Rubicon é boa até quando é ruim. Este episódio não foi o melhor da série, mas fica impossível dizer que foi um mau episódio, já que o clima pesado, em alguns momentos, chega a ser tangível.
Seguindo a dica de Ingram, (que hora parece um good guy, outras nem tanto), Will descobre que seu apartamento está grampeado. Não só seu apartamento, no próprio prédio da API tem escutas. Isso aumenta absurdamente o clima de tensão na série, deixando tudo mais perigoso. Constantemente seguido onde quer que vá, Will chega a confrontar um cara que o persegue, mas é em vão. Nem ele sabe para quem trabalha ou porque está o seguindo. Desnorteado e com o cerco se fechando ao seu redor, ele embarca cada vez mais numa paranóia justificável, afinal, como saber em quem confiar?
Na API, Miles pede ajuda a uma funcionária para traduzir uma cerimônia de casamento, num caso que ele está trabalhando. A moça parece interessar-se por ele, mas o nerd não percebe e pior, diz que é casado, quando na verdade seu casamento já terminou faz tempo.
.
Ainda investigando o suicídio do marido, Katherine conhece a mulher de um amigo de Tom e descobre que ele também foi presenteado com um trevo de quatro folhas, um dia antes de morrer. Vou abrir um parênteses para dar um palpite: Sabe a foto antiga que mostra um monte de crianças? Estou cada vez mais convencido que a conspiração em Rubicon vem de um tipo de sociedade secreta, criada por amigos de longa data, e não se pode sair, senão...Mas confesso que não tenho noção de onde a série quer chegar. O que me consola, é que não estou sozinho.
Palpites?
25 de agosto de 2010
Rubicon 1x05: Connect the Dots
Muita espionagem e investigação neste episódio de Rubicon, porém, pouca ação.
O problema do episódio nem foi o ritmo lento, que já é uma constante na série, mas a sensação de que nada de concreto aconteceu. Foi um daqueles episódio que servem para desenrolar a trama, preparando terreno para um grande acontecimento ou uma importante revelação.
Que não se pode confiar no alto escalão da API, a gente já sabe desde o começo. Agora quais são as reais motivações de Spangler e Ingram ainda é impossível visualizar, bem como saber seu grau de envolvimento na conspiração.
Ingram desconfia que Tanya tem problemas com bebidas e questiona Will sobre o grau de comprometimento da funcionária. Ele diz que prestará mais atenção no comportamento dela. Como uma forma de teste, Tanya tem que fazer a análise de um caso e apresentar diretamente a Spangler. O resto da equipe fica encarregada de questionar os pontos fracos da análise e achar possíveis furos. Ela se mostra insegura, mas a análise acaba sendo aprovada e mais tarde, descobre-se precisa.
Usando os recursos da API, Will descobre que um dos homens que esta na lista que David deixou, está em em Nova York. Ele conta a Ed, que acaba descobrindo o hotel que o homem está hospedado. Enquanto Ed está cada vez mais empolgado com a investigação da morte de David, Will teme estar mexendo em terreno perigoso e pede a Ed que cancele a investigação. Mas ele próprio continua no rastro do sujeito e descobre que ele tem ligação com os chefes da API.
O episódio trouxe um elemento importante, o cruzamento das duas linhas narrativas que - a gente já sabia -, acabam se revelando uma só. Durante uma festa beneficiente, promovida pela mulher de Spangler, Will conhece a viúva de Tom, Katherine e acaba descobrindo que os chefes da API frequentam o mesmo circulo social das pessoas que ele anda investigando. Com interesses em comum, não demorará (ou demorará, em se tratando de Rubicon...) para Will e Katherine se unirem para descobrir a verdade por trás das mortes de David e Tom - mas daí, já é pura especulação minha...
Seguimos sem muita noção do que vai acontecer ou onde a trama quer chegar. E quem disse que isso é ruim?
Seguimos sem muita noção do que vai acontecer ou onde a trama quer chegar. E quem disse que isso é ruim?
8 de agosto de 2010
SÉRIES: RUBICON 1X01: PILOT
Com SPOILERS para quem não assistiu ao episódio
Este post também está no Seriadores Anônimos
Número 5 na vertical: o que comem as soturdas larvas de lepidóptera? Com19 letras.
Antes que você pergunte o que isso tem a ver com a nova série da AMC, saiba que este é o estopim da descoberta da conspiração em Rubicon, a nova aposta do canal responsável por Mad Men e Breaking Bad. Com visual retrô, ar melancólico (reflexo do espírito triste do protagonista) e um certo clima noir, o piloto da série é – como toda boa conspiração – cercado de mistérios e não entrega muita coisa, mas deixa claro que Rubicon merece atenção e que, como diz o slogan da série, “Nem toda conspiração é uma teoria”.
Antes que eu esqueça, a resposta é Marsilea Quadrifolia, o popular trevo de quatro folhas.
Will Traves (James Badge Dale de The Pacific) é um cara estranho. Mais estranho que ele, só os colegas do Instituto de Política Americana (API), em Nova York, cada um com seu nível particular de autismo, manias, TOC´s e afins. Apesar de ser um braço governamental, não espere computadores na API ou alta tecnologia. A série se passa nos dias atuais, mas tem visual antiquado, com muito papel, lápis, caneta, livros e armários de arquivos, que só fazem aumentar o clima de segredo envolta do lugar e das atividades realizadas ali. Como Will mesmo gosta de definir seu trabalho, ele diz as pessoas o que pensarem, ou seja, ele decodifica mensagens, acha padrões, quebra códigos e os interpreta para o governo americano. Apesar de ter uma mente brilhante, Will não consegue lembrar o dia do próprio aniversário ou mesmo manter o convívio social normal. O fato de não poder falar do seu trabalho com ninguém, e de perder esposa e filha no atentado ao World Trade Center (o que seria de uma conspiração moderna se o 11 de setembro não estivesse envolvido? Hein? Hein?), só pioram as coisas.
Tá, e o trevo de quatro folhas?
Por acaso, depois de ajudar a secretária a responder o número 5 na vertical, nas palavras cruzadas de um jornal, Will nota que a mesma pergunta se repete em outros jornais, e após decifrar o padrão, ele descobre que as folhas do trevo estão relacionadas aos três poderes do governo: executivo, legislativo e judiciário. A grande pergunta é, quem a quarta folha do trevo representa e qual é a mensagem por trás disso tudo.
Ao mostrar ao seu superior, na verdade seu sogro David (Peter Gerety de Public Enemies), um supersticioso patológico (ele comprou uma vassoura e a pendurou na parede porque lhe varreram os pés com ela e, segundo ele, isso indica prisão ou morte, a não ser que você cuspa nela), finge não dar importância, dizendo tratar-se de uma piada de um editor de palavras cruzadas com um estranho senso de humor, mas corre para mostrar ao seu superior Ingram (Arliss Howard de Amistad) e “rouba” (entre aspas, porque ele poderia estar protegendo Will) os créditos da descoberta. Quando seu superior pergunta se mais alguém sabe da mensagem nas palavras cruzadas, David diz que não.
Visivelmente abalado, David marca um encontro com Will, mas parece que cuspir na vassoura não deu muito certo e o trem em que David está, colide com outro e ele morre antes de explicar o que está acontecendo. Coincidência ou Ingram, para quem David contou da descoberta, está envolvido na conspiração?
Durante o funeral, Ingram oferece a vaga de David para Will, que não aceita de imediato. Mas depois de ser praticamente enxotado do apartamento de um amigo de David, quando mencionou o que achou, um dia antes do sogro morrer, e de encontrar o carro de David estacionado na vaga 13 (supersticioso como era, David jamais estacionaria neste número, aliás, pena ele morrer, gostei dele…) Will fica curioso e intrigado e acaba cedendo e aceitando o cargo, em nome do amigo morto, subindo mais um nível na misteriosa agência do governo.
O episódio piloto de Rubicon começa e termina com os conspiradores em foco, mas não explica muita coisa. Na sequência inicial, um cara estoura os próprios miolos com uma arma e na sequência final, outros caras parecem aliviados com isso. Mais vago impossível, não?
Das estréias que vi recentemente, Rubicon ganha disparada como a melhor, e pode ser redundante dizer, mas a série promete. Inteligente e intimista, a série tem ritmo lento para um thriller, porém de quem sabe onde quer chegar, só que não tem pressa, e nem preocupação em explicar-se em um único episódio, muito menos em terminá-lo com um cliffhanger matador, como tantas outras séries por aí, desesperadas em fisgar a audiência órfã de Lost.
Se você estiver preparado para encarar uma série de mistério e suspense pós-Lost, Rubicon é sua nova melhor opção.
Assinar:
Postagens (Atom)






